Veículo deste teste: Nissan Tiida 1.8 S 2011.
Fabricado no México, o Tiida foi comercializado no Brasil entre 2009 e 2013, deixando muitos exemplares usados no nosso mercado. Aí muitos se perguntam: Vale a pena ter um Tiida? Vamos tentar responder a essa pergunta.
O veículo que avaliamos era a versão de entrada em 2011 do Nissan Tiida. Mesmo assim, ele é bem completo e não deixa a desejar.
Pra começar, ele tem rodas de liga leve, pisca no para-lama, retrovisor e maçaneta pintados na cor do carro. Parece nada, mas já é um indício de que a Nissan se preocupou em entregar um pouco a mais do que a média.
A versão S não vem com farol de neblina nem chave canivete e o comando do alarme é separado da chave. Ok.
Por dentro
Com painel bem bonito e completo, o Tiida tem ar condicionado, direção hidráulica e airbags. Não tem, no entanto, freio ABS, que virou item obrigatório no Brasil apenas em 2014.
Um ponto bastante positivo é o espaço interno. Os ocupantes do banco de trás viajam com bastante espaço para as pernas.
O porta-malas tem 289 litros, uma boa capacidade, levando em conta a proposta do carro que não é ser grande.
Tanque de partida a frio
Essa versão ainda contava com o reservatório para partidas a frio. Curiosamente, nos modelos da Nissan, ele vinha fora do compartimento do motor.
O acesso é na churrasqueira do carro. Ou seja, ao acesso fácil de qualquer pessoa, incluindo as mal intencionadas.
Vale a pena ter um Tiida? Motor
Esta é outra qualidade do Tiida 2011. O motor 1.8 de 16 válvulas e duplo comando de válvulas desenvolve 126 cavalos a etanol, com 17,5 kgfm de torque. Bem robusto, também é usado no Nissan Livina.